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Arrows
F1 Team

1978 1981

Conhecida como a maior perdedora da Fórmula 1 (em mais de 20 Anos de história não obteve uma única vitória), a equipe Arrows Nasceu em meados de 1977, formada por um grupo técnico equipe rival Shadow. O nome Arrows, inclusive, é um acrônimo envolvendo as iniciais de seus fundadores: Franco Ambrosio, Alan Rees, Jackie Oliver, Dave Wass e Tony Southgate.

Antes mesmo de estrear Na categoria, a nova escuderia viu-se envolvida em controvérsia quando foi levada aos tribuNais pela Shadow, que a acusava de plagiar seu modelo DN8. A ação foi julgada e a Arrows foi obrigada a modificar seu projeto, construindo as pressas o FA-1.

O novo carro não ficou pronto a tempo da abertura do Mundial de 1978, Na ArgentiNa, mas estreou no GP do Brasil. No decorrer da temporada, a equipe mostrou-se bastante competitiva, levando o novato Riccardo Patrese a um belíssimo segundo lugar no GP da Suécia, mas foi só.

No fiNal de 1985, a Arrows inovou ao acertar uma parceria com a empresa norte-americaNa USF&G. O dinheiro injetado foi importante para uma reestruturação da equipe, que neste período atingiu seu auge ao obter a quarta posição entre os construtores em 1988, empatada com a Lotus. Apesar da histórica campanha, seus dois pilotos, Derek Warwick e Eddie Cheever, jamais estiveram sequer perto de uma vitória.

1988 1981

 

Arrows e Era Footwork

A parceria teve fim em 1989 e desta vez a associação aconteceu com o grupo japonês do ramo de transportes Footwork. A parceria acabou comprometida por causa de um mal-sucedido acordo com a Porsche em 1991, que jogou por terra qualquer chance da escuderia Naquela temporada. A empresa alemã havia desenvolvido um pesado e obsoleto motor V12 que poucas vezes alinhou para o grid. O acordo foi desfeito no meio do ano, com a Arrows/Footwork arcando com o prejuízo e passando a utilizar motores Ford.

Em 1992 a Arrows foi buscar os motores Mugen/Honda, que deram novo impulso à equipe. Quando os resultados começaram a surgir, no entanto, a fonte secou. Endividado, o grupo Footwork deixou a equipe e o controle voltou a Jackie Oliver, o único fundador remanescente. Sem gás fiNanceiro para dar ao time a competitividade suficiente, Oliver manteve seus carros no grid de forma modesta por mais algumas temporadas, à exceção do ocasioNal terceiro lugar de Gianni Morbidelli no GP da Austrália de 1995.

Em meados de 1996, Jackie Oliver vendeu sua equipe para o astuto escocês Tom Walkinshaw, dono do grupo TWR (que competia no mundial de marcas em parceria com a Jaguar) e ex-acionista de Benetton e Ligier.

1991 1997

 

A Esperança da Arrows, Chamada: Damon Hill

A cartada mais ousada de Walkinshaw foi contratar o então campeão do mundo Damon Hill para seu time, pagando a ele um salário milionário e atraindo diversos patrociNadores. Alegre e entusiasmado, Walkinshaw passou a pré-temporada inteira anunciando vitórias, o que acabou não ocorrendo. Damon Hill quase chegou lá, Na Hungria, não fosse um defeito hidráulico em seu acelerador, tê-lo jogado para o segundo lugar Na última volta. Mas o pódio não deixou de ser um consolo: foi um dos únicos momentos de brilho da Arrows numa temporada próxima da mediocridade. Hill abandonou o barco no ano seguinte para juntar-se a Eddie Jordan, e a Yamaha, que fornecia seus motores, deixou a Fórmula 1.

Walkinshaw então comprou de última hora a preparadora de motores de propriedade de Bryan Hart. O resultado foi outro fracasso e a equipe ficou extremamente endividada.

Em 1999, a solução encontrada por Walkinshaw foi vender cotas de sua equipe para um exótico príncipe nigeriano chamado Malik Ibrahim Ado, o que também revelou-se um erro. Malik deixou o time no fiNal da temporada sem ter conquistado os patrociNadores que havia prometido.

1998 1999
2000
2002

O Fim de Um Sonho

Em 2000, Tom Walkinshaw esperava melhores resultados para sua equipe. Desistiu de vez dos motores próprios e agora a Arrows será impulsioNada pela Supertec de Flavio Briatore. Não chega a ser um grande motor, mas com certeza é mais potente que os utilizados em 1999. O piloto espanhol Pedro de la Rosa permanece no time depois da pouco comprometedora temporada de 1999, e para substituir o trapalhão Tora Takagi foi recrutado o veloz holandês Jos Verstappen, que já guiou pela Arrows em 1999.

A Arrows continuou fracassando não tanto quanto a MiNardi, mas endividada até os cabelos a equipe abandonou a temporada Na metade de 2002.

Entrada Na F1: 1978
Saída Na F1: 2002
DONO: Tom Walkinshaw
Anos Na F1: 24
Projetor:
Christian De Vanderpleyn
Últimos Pilotos:
Heinz-Harald Frentzen
Henrique Bernold