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Benetton Grand Prix

A equipe Bennetton começou como patrociNadora da Formula 1 e se converteu numa vitoriosa equipe com 2 títulos mundiais

 

Benetton: De uma Grife ao Mundo da Formula 1

De grife de roupas à equipe vitoriosa Na Fórmula 1: esta é a trajetória da Benetton. O empresário italiano Lucciano Benetton sempre viu Na Fórmula 1 um grande veículo para a divulgação de sua marca pelo mundo, e começou a investir Na categoria no princípio dos Anos 80, inicialmente patrociNando a equipe Tyrrell, depois a Alfa Romeo, até chegar à Toleman, em 1985.

Desta forma, Lucciano decidiu comprar a Toleman, uma equipe do pelotão intermediário, mas com bom potencial de crescimento.

A idéia de Benetton era montar um time de primeira linha já em 1986, por isso foram recrutados os serviços de Gerhard Berger (jovem piloto que despontava Na época) e Peter Collins (ex-piloto que trabalhava como diretor Na Williams). Além disso, foi fechado um acordo com a BMW para a fornecimento de motores turbo.

Todos os esforços foram recompensados com uma bela vitória de Berger no GP do México, no fiNal da temporada. Sem motores para 1987, visto que a BMW tinha deixado a Fórmula 1, a equipe associou-se à Ford. Desgastado junto à equipe, Peter Collins saiu no fiNal de 1988, cedendo lugar a Flavio Briatore.

E o administrador de confecções Briatore, que antes nunca havia tido maior contato com automobilismo, assumiu a chefia da equipe e imprimiu a ela um novo ritmo.

Foi sob seu comando que a Benetton conheceu mais uma vitória, em 1989, com Alessandro Nannini. Para 1990, o italiano decidiu trazer Nelson Piquet, um piloto experiente que seria fundamental Na caminhada rumo ao grupo das principais equipes da Fórmula 1.

A participação de Piquet foi mesmo de extrema importância, com o brasileiro conquistando duas vitórias consecutivas nos GPs do Japão e da Austrália e ajudando a desenvolver o B191: carro que deu origem aos B194 e B195 bicampeões do mundo.

Mas o primeiro salto do time rumo às suas primeiras conquistas ocorreu em 1991, quando Lucciano trouxe para seu staff o escocês Tom Walkinshaw, diretor esportivo campeão de marcas pela Jaguar, para gerenciar a parte esportiva da equipe.

 

Era Schumacher: A Fase Mais Vitoriosa da Benetton

Num golpe de mestre bastante discutível, ele e Briatore tiraram o novato Michael Schumacher da Jordan. Ao mesmo tempo, trouxeram o projetista Ross Brawn para acompanhar Rory Byrne e substituir John BarNard.

O grupo foi amadurecendo e em 1994 emergiu como grande força da Fórmula 1, dando o primeiro título mundial a Michael Schumacher.

Foi uma temporada conturbada e cheia de artimanhas de Briatore, que sofreu diversas acusações de irregularidades em seus carros, jamais comprovadas oficialmente. No ano seguinte, Briatore e Walkinshaw compraram a equipe Ligier e, desta forma, conseguiram trazer o contrato da ReNault para a Benetton. Agora contando com o melhor motor da época, a equipe dominou a temporada e conseguiu seu primeiro título de construtores, além de dar a Schumacher o bicampeoNato mundial.

O incêndio no carro de Verstappen 1994 ao reabastecer foi uma das piores tragédias, envolvendo a Benetton. Foi descoberto mais tarde que a causa foi um dispositivo proibido, para que o tanque fosse enchido mais rápido.

 

O Início do Fim da Benetton

A partir de 1996 a equipe começou a esvaziar-se, quando Schumacher levou para a Ferrari o projetista Rory Byrne, e também mais tarde Ross Brawn. Walkinshaw à esta época já tinha administrado a Ligier, e estava prestes a comprar a Arrows, deixando de lado a Benetton. Jean Alesi e Gerhard Berger foram chamados para substituir o piloto alemão, mas nenhum deles correspondeu. Daí se seguiu uma impressioNante derrocada da equipe, que viu sua última vitória no GP da Alemanha de 1997, com Gerhard Berger.

No fiNal daquele ano, tanto a ReNault quanto Flavio Briatore deixaram a Fórmula 1. Os motores ficaram por conta da Supertec, subsidiária da ReNault, e a direção da equipe coube a David Richards, campeão mundial de Rali.

Como a reformulação era geral, foram trazidos dois pilotos jovens e promissores: Giancarlo Fisichella e Alexander Wurz. No entanto, nenhum deles ainda pôde mostrar todo o seu potencial por causa dos sucessivos fracassos tanto dos carros quanto dos motores. Richards saiu no fiNal de 1998 e o bastão passou para Rocco Benetton, jovem sobrinho de Lucciano.

Para 2000 já foi encontrado o bode expiatório: o projetista Nick Wirth (ex-Andrea Moda e Simtek) foi demitido e todo o projeto do B200 ficou por conta de Pat Symonds. A dupla de pilotos permanece pela terceira temporada seguida, assim como os motores Supertec batizados de Playlife (grife esportiva da Benetton). Desta forma, não se deve esperar grandes resultados. Vale lembrar que a temporada de 1999 foi a pior desde que o time se chama Benetton: apeNas 16 Pontos marcados.

A equipe continuou em declínio até o ano 2001. Por fim, a ReNault comprou as ações da equipe.

Benetton foi uma das equipes que mais se destacaram Na F1, não apeNas em resultados, mas também as belas combiNações de cores em todos os seus carros.

 

Entrada Na F1: 1986
Saída Na F1: 2001
DONO: Craig Pollock
Anos Na F1: 15
Projetor:
Craig Pollock
Últimos Pilotos:
Gian Carlo Fisichella
Jenson Button
Benetton 1990
1990
Benetton 1991
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1992
Benetton 1993
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Benetton 1994
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Benetton 1995
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1998
1999
2000